Palavras, momentos...


Atualizado...

http://palavrasmomentos2.blogspot.com/

:)



Escrito por Marina Guido às 21h53
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'.Por motivo de força maior mudei o endereço do meu blog. Agora é:

http://palavrasmomentos2.blogspot.com/

Visitem!.'



Escrito por Marina Guido às 23h12
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A virgem da vez...

Mais uma vez a virgindade de uma "celebridade" provocou um reboliço na imprensa brasileira. Revelações como esta sempre resultam em boas manchetes. Durante uma entrevista, Daniele Hipólito assumiu que ainda é virgem. "Não pretendo levar isso até o casamento. Só acho que é um momento especial e, para isso, preciso encontrar a pessoa certa", achei desnecessário a ginasta expor sua vida pessoal, mas ela demonstrou estar bem resolvida e tranquila com a situação. Não acredito que Daniele tenha revelado isso para se promover ou até mesmo para ocupar o posto de Sandy, que carregou a figura de "santinha" durante muito tempo. Entretanto, acredito que dividir isso com o "Brasil" é uma grande besteira. O que somos ou deixamos de ser é uma escolha nossa e ninguém precisa saber. Se te perguntarem sobre sua intimidade você responde se quiser, certo? É assim para qualquer um, seja celebridade ou não. Muita gente não vê problema em falar sobre isso, mas acho importante nos preservarmos. Ser virgem é uma opção que todos deveriam respeitar.



Escrito por Marina Guido às 11h47
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Vivemos esperando dias melhores...

Dias de paz, dias a mais é o que as pessoas sensatas e apaixonadas pela vida desejam. Diante de tanta violência, injustiça e falta de amor, defendo várias causas que fariam desse mundo um lugar melhor para se viver. Queria que todas as crianças tivessem acesso fácil à educação, que a saúde ganhasse um cuidado especial e que a desigualdade social diminuísse a cada ação de solidariedade desempenhada por aqueles que têm muito mais. Defendo a fidelidade e o fator "pode confiar, eu valho a pena" como parte do senso comum de todo homem e a existência de um desses para mim. Defendo, ainda, uma causa que pode não ser a sua, mas é a minha e, com certeza, de todos os jornalistas formados que lutam pelo seu direito e reconhecimento. Faço parte dessa classe e apóio a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. Somos assombrados por pessoas que exercem essa função sem a qualificação profissional e ética que o jornalismo exige e que os quatro anos de graduação podem oferecer. Defendo a busca por um mundo melhor. Se cada um fizer a sua parte e defender uma boa causa, viveremos, enfim, dias melhores pra sempre.



Escrito por Marina Guido às 12h28
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Quais sonhos você já realizou?

Às vezes me dá uma vontade de relembrar certas fases da minha vida e para facilitar as lembranças recorro ao youtube. Lá digito nomes de programas infantis da minha época ou qualquer outro acontecimento que esteja associado à minha vontade de voltar ao passado, como por exemplo, o tombo do Sílvio Santos no "Topa Tudo por Dinheiro", um dos programas que eu mais gostava de assistir aos domingos há mais de 10 anos atrás. Outros programas também marcaram diferentes fases da minha vida. Ao revê-los, as recordações vêm como um imã. Ontem assisti à abertura do "Show de Calouros" apresentado, também, pelo Sílvio Santos. Era divertida aquela famosa entrada dos jurados com o côro "Lá lá lá lá lá lá lá hey!" O dia passava e a gente nem percebia. Mas ainda ontem, quase chorei de saudade quando busquei por "abertura Planeta Xuxa", não tanto pelo programa em si, mas porque na lista ao lado de videos relacionados encontrei a gravação da pré-seleção das Paquitas 2000. Sim, o meu grande sonho era ser paquita. Sonho distante, difícil de se realizar, tanto que de fato, não se realizou. Na época não me inscrevi para o concurso, pelo que eu me lembre, nem fiquei sabendo. Morar no interior tem suas desvantagens, tudo é muito mais complicado e fora do nosso alcance. Ao rever o video (porque na época eu assisti na íntegra a escolha das novas paquitas no Planeta Xuxa) o coração doeu, sabe?! Bateu uma saudade desse sonho e de tantos outros que não se concretizaram. Sonhos inocentes, sonhados com a ingenuidade de uma criança que mal sabia o que o futuro lhe reservava. Atualmente, com 22 anos, percebo que os sonhos nunca acabam. Mesmo com tantos deles não realizados, vejo tantos outros que se tornaram reais e me fizeram a pessoa que sou hoje. Às vezes, não conseguimos alcançar algo tão almejado, mas é certo o ditado que diz que tudo acontece na hora certa. A minha hora vai chegar! Não como paquita (rs.), mas como uma profissional bem sucedida!



Escrito por Marina Guido às 14h13
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Dizem que é um hábito criminoso...

Confesso, há tempos não compro um CD ou DVD original, são caros, sempre foram caros. Com a facilidade oferecida pela Internet podemos ouvir aquele sucesso (ou álbum completo) que acabou de ser lançado, assistir ao capítulo inédito daquele seriado antes mesmo de passar na TV ou então baixar aquele filme que ainda não está disponível nas locadoras. Tudo isso sem pesar no bolso e sem sair de casa. É tão fácil que se tornou um hábito, uma forma simples e barata de consumir um produto considerado indispensável para muito gente (afinal, quem vive sem música?). Se tal ação fosse proibida, acredito que não fomentaria a venda de CD's e DVD's originais, acho até que prejudicaria a divulgação dos trabalhos dos artistas. O prejuízo existe porque eles (os artistas) não lucram com a pirataria, mas sem ela, muitas pessoas deixariam de "experimentar" e se interessar pelas novidades. Tava pensando, já que baixar filmes, seriados e músicas na Internet é considerado pirataria e pirataria é crime, eu, você e todos aqueles que fazem isso, mesmo que seja com uma certa inocência apenas em busca de uma diversão mais acessível, somos criminosos. Bom saber que não respondo por isso sozinha.    



Escrito por Marina Guido às 22h50
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O que é meu, amiga minha não tasca!

Eu era apaixonada por ele, minha melhor amiga também, mas eu não sabia disso, ela escondia o jogo. Se ele passava por nós, meu dia estava ganho. Eu tinha apenas 12 anos de idade, minha amiga também. O dito cujo não era muito mais velho, tinha 13. No meu "Diário" o nome dele estava sempre dentro de um coração, para identificar com mais facilidade, as linhas que eu reservava para contar sobre os passos e atitudes do dito cujo. Eu não sabia, mas minha amiga fazia o mesmo. Só fui descobrir quando encontrei o "Diário" dela encostado no cantinho da escrivaninha. Peguei e sem maldade, abri. Pensei que ela jamais esconderia algo de mim, mas lá estava, o nome dele em todas as páginas. À partir daí, começamos a dividir a mesma paixão, até então, sem problema algum. Até que um certo dia, ele se revelou afim dela. Ela acabou ficando com ele e perdendo minha amizade por alguns meses. Depois de um tempo, percebemos que tudo isso era bobagem. Eles não chegaram a namorar, nem nada.Tive minha melhor amiga de volta e depois acabamos desgostando dele juntas. Cômico, né?! Dez anos se passaram, mas eu não gostaria de passar por isso de novo. Furar olho de amiga não está, nem nunca esteve nos meus planos. Ainda bem que nunca precisei evitar nenhuma situação assim, porque de fato nunca me interessei pelos garotos delas. O que é meu, amiga minha não tasca! E elas sabem disso!



Escrito por Marina Guido às 11h16
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Amizade não se compra!

Apesar de ter seu valor, muitas vezes alto demais, o dinheiro não compra diversas coisas consideradas extremamente importantes como saúde, felicidade e amizade. Amizade não tem preço! Não tem como estipular quanto vale mais de dez anos de cumplicidade e consideração infinitas ou então, 6 meses de mesmo sentimento e a certeza de que se conhecem há muitos anos. Isso se chama afinidade. Afinidade surge naturalmente. Não há nada que force uma identificação, ela simplesmente acontece. Às vezes, para se construir uma amizade, não precisa ser parecidos ou diferentes demais, basta ser nós mesmos, assumir nossos defeitos e demonstrar nossas qualidades, deixando que o outro se identifique, se aproxime e passe a considerá-lo AMIGO. E tudo isso não tem uma receita certa. Quando encontramos uma amizade verdadeira, tudo conspira para que continue valendo à pena. Quando não é de verdade, algo acontece para que o engano seja desvendado. Porque amizade não tem preço, não tem raça, não tem cor, não tem classe social... Amizade tem cumplicidade, amor, apreço, consideração... Amizade tem sentimento. E sentimento, não se compra, muito menos se avalia.



Escrito por Marina Guido às 15h40
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Minha diversão tem sido o "BuddyPoke"...

Apesar das inúmeras formas de me ocupar na Internet, principalmente com algo mais útil, desde quando me apresentaram o site de relacionamentos mais "badalado" dos últimos tempos, sempre reservo um tempinho para visitar o orkut alheio. Tá, sou assídua ao "reality show online" e não passo um dia sequer sem logar, afinal, ele me distrai. Não faço amigos por ele, aliás, não costumo adicionar quem eu não conheço. Se me perguntarem porque faço parte dessa onda que está custando a passar, vou responder que é por diversão, porque acaba sendo mesmo um passatempo. Visito as páginas aleatoriamente, seja por uma foto do perfil que me chamou a atenção ou sei lá porque. Claro que, pela curiosidade e interesse, já passei meses vigiando a página de alguém. Querendo ou não, por ele a gente acabando descobrindo muita coisa. Apesar desse "rastreamento" ter se tornado mais complicado devido ao "cadeadinho" que desperta uma certa raiva momentânea, se a pessoa faz parte da sua rede de amigos tem como acompanhar o que anda acontecendo com os outros sim. Só que, sinceramente, não perco tanto tempo com isso mais. Ultimamente, minha diversão tem sido o "BuddyPoke", um novo aplicativo do orkut. Você faz uma bonequinha com suas características e pode interagir com seus amigos de uma forma diferente. Tudo bem que isso não faz do site algo útil, mas faz o tempo passar sem precisar ficar fuçando a vida alheia.

  



Escrito por Marina Guido às 22h54
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Aquela sorte...

Ela só queria que seus olhares se cruzassem mais uma vez. Só mais uma vez. Antes, nem se conheciam, mas depois daquele dia, mesmo que por aventura, o desconhecido tornou-se muito interessante. Quando enfim, se encontraram novamente, ela teve a certeza, não é um sentimento concreto, mas é um sentimento intenso. Pode durar anos, meses, semanas, dias ou até mesmo horas, mas o tempo que durar, será inesquecível. Dizer isso pode parecer clichê, porém, é a melhor definição. Somente ele pode substituir um amor que ficou pelo caminho, que prometeu mas não cumpriu, que pediu mas não cedeu, que acabou, antes mesmo de começar. Um amor que parecia insubstituível, mesmo com as juras não cumpridas, as atitudes não tomadas e com um início que parecia perfeito, mas se desfez segundos antes de se concretizar. Ele a mostrou que maturidade não está diretamente ligada à idade. Ele chegou e a deixou assim, com os pés fora do chão. Logo aqueles pés que prometeram tanto se firmar ao solo. Mais uma prova de que quando o coração distrai, a sorte vem. Essa sorte então, sorri para ele. Meio tímida, sem jeito, insegura, mas ao mesmo tempo, tão certa de si. Porém, ele não sorri de volta. Ela sabe bem o que é isso, mas não sabe o que fazer. Então, ela vai esperar, sim, ela sempre espera. Um dia a sorte vem na dose certa, do jeitinho que ela gosta.

Escrito por Marina Guido às 20h55
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Independência é um status.

A independência é um status conquistado a cada fase que vivemos. Quando bebês, nos tornamos independentes quando aprendemos a andar. Na infância, a independência vem quando começamos a conhecer o fascinante mundo da leitura e conseguimos nos expressar através da escrita. Já adolescentes (principalmente as meninas), esperamos ansiosos pelos 15 anos. Na maioria das vezes, debutar significa se "livrar" de algumas imposições dadas pelos pais. Parece o ápice da idade, mas depois percebemos que, ao sair da adolescência, fazer 18 anos é ainda mais empolgante. Nesta fase, a independência vem através da permissão para dirigir, para entrar em qualquer balada e para ingressar em uma faculdade, surgindo assim, outras independências como por exemplo, sair de casa para estudar e morar sozinho. A vida vai se construindo através das atitudes que tomamos diante de cada uma dessas situações. Se soubermos administrar a liberdade proveniente de cada fase, o caminho percorrido será de ganhos e experiências. Ser independente é conhecer os próprios limites, gostos e desejos. É ser feliz por si só.



Escrito por Marina Guido às 13h01
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Depois de séculos e mais séculos...

Ultimamente não tenho escrito muito. Admito que não é falta de assunto, muito menos falta de pauta pro TDB da Capricho, acho mesmo q é falta de... inspiração. Ela até aparece assim, mas não coincide com os momentos em que estou apta a escrever. Preciso organizar minha vida, meus pensamentos e principalmente meus sentimentos. São eles que me estimulam e fazem-me expressar o que se passa aqui dentro de cada pedacinho de mim.

Volto em breve com a pauta da revista.

Perdi o prazo pra pauta do site. Fico triste com isso, mas mesmo assim, talvez eu ainda anime a escrever sobre o tema. Fica aí o gostinho: amor obsessivo e livres para voar! Até mais!

:)



Escrito por Marina Guido às 20h19
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Drogas pra que?

É fato que muitos jovens vivem a vida como quer. Sentem-se livres para fazerem de tudo, sem se preocupar com as conseqüências ou com seu próprio bem-estar.  Essa liberdade se alia muitas vezes às drogas. Mas o que leva esses jovens a se tornarem viciados? Existe aquele grupo que pensa que se drogar é cool e que a sensação momentânea é uma das melhores viagens. Pra quem tem uma mente pequena e não se preocupa nem um pouco com seu bem-estar, perde, sem perceber, a dignidade, a sensibilidade e os momentos mais fascinantes da vida, além disso, se engana ao achar que quem não usa drogas é careta. Alguns optam por esse caminho para se distraírem ou para se sentirem enturmados. Outros, mais fracos, se drogam para fugir dos problemas e frustrações da vida, quando na verdade, só vão piorar se continuarem com o vício. Pessoas saudáveis, conscientes e "caretas" vivem mais, porque conseguem entender que problemas a gente supera e que o prazer e a felicidade são sentimentos naturalmente reais, sem precisar de nenhum artifício para alcançá-los.



Escrito por Marina Guido às 11h45
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Respeito é bom e eu gosto...

As pessoas deveriam entender que cada um tem um estopim dentro de si. Alguns são mais extensos e custam a explodir, outros são curtos e explodem diante de uma opinião diferente ou qualquer outra coisa que o contrarie. A verdade é que meu pavio é extenso, ele não explode à toa, nem nada, mas haja paciência. Se ele fica ali toda vida sendo testado, chega uma hora que se esgota e aí, não me responsabilizo. O limite varia de pessoa pra pessoa e se eu cheguei no meu, queria muito que fosse respeitado. Não questiono ninguém por ser mais ou menos "esquentadinho", porque sei até onde posso me meter. Então, se eu digo que não dá mais é porque não dá mais. Não estou de joguinho, nem de lero-lero. Pra mim é o fim da linha. Dias melhores virão e eu confio plenamente nisso!

OBS: desculpem o desabafo, às vezes é preciso.



Escrito por Marina Guido às 20h13
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É um tesouro a nossa amizade...

Parece que foi ontem quando jogávamos vídeo-game, brincávamos de Barbie e andávamos de patins. Morávamos na mesma rua, estudávamos na mesma escola. Dezesseis anos se passaram e nossa amizade permanece desde o jardim de infância. Uma convivência que começou com a inocência dos nossos cinco anos de idade, mas foi interrompida pelo destino. Cada uma seguiu seu caminho, porém, mesmo à distância e nos encontrando sem uma certa periodicidade, tudo aquilo que foi conquistado, ainda com ingenuidade, se fortaleceu com o amadurecimento, quando conseguimos entender o verdadeiro sentido da palavra amigo. Nos entendemos com um olhar. Hoje nosso contato é ainda mais forte. É maravilhoso tê-la na minha vida e dividir inúmeros momentos importantes com ela. Sorrimos e choramos juntas. Comemoramos conquistas, nos apoiamos uma na outra quando as quedas parecem inevitáveis. Peço à Deus que essa amizade perdure por muitos e muitos anos e permaneça tão completa, especial e perfeita. Perfeita com os erros e acertos, com os defeitos e qualidades. Assim somos, assim seremos. É um tesouro a nossa amizade! Um tesouro guardado a sete chaves, do lado esquerdo do peito.



Escrito por Marina Guido às 11h19
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Meu perfil
Marina Guido, 22 anos, Jornalista. "Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando." Clarice Lispector.
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